E percebemos aquilo que almejamos,
No alto de nossa vulnerabilidade,
Transcendemos o ápice de nossos limites,
Para transpormos a ponte de nossa condição.

No caminhar sobre as nuvens,
Vivenciando o absoluto,
Alcançamos o extremo céu,
Sentindo a chama da vida,
Fervilhando em nossas mentes.

E nessa estrada longínqua,
Regida pelo infinito,
Os labirintos concomitantes
Circulam sobre a existência,
Ecoando vozes silenciosas,
Atraindo-nos para o horizonte do desconhecido,
Onde os mistérios da vida residem,
Manifestando-se através do sol.
















